Utilitarismo - É a corrente filosófica que avalia a moralidade das ações pela utilidade que elas revelam. Deve entender-se a utilidade enquanto a possibilidade de o indivíduo alcançar o seu bem-estar ou felicidade. Assim, o bem último consiste na felicidade., O valor moral das ações... - Depende das suas consequências. Somente as consequências importam, se forem favoráveis, a ação é moralmente correta; se forem desfavoráveis, é moralmente incorreta., Teoria consequencialista - O que determina se uma ação é ou não moralmente correta são os seus resultados e não o motivo que levou o agente a realizá-la., Princípio da utilidade - As consequências são favoráveis na medida em que trazem felicidade (ou bem-estar) às pessoas envolvidas e são desfavoráveis se trazem infelicidade, As ações corretas... - são as que maximizam a felicidade e minimizam a infelicidade., Para avaliar se uma ação é moralmente boa ou má deve-se... - calcular de modo imparcial e não tendencioso a felicidade que é previsível ela produzir., O que é a felicidade? - Para Stuart Mill, a felicidade, ou bem-estar, consiste em ter prazer e não ter dor ou sofrimento. é uma ética hedonista. , Hedonismo diz que... - a felicidade consiste no prazer e na ausência de dor., Tipos de prazeres - Os prazeres não são todos iguaise, por isso, alguns proporcionam mais felicidade do que outros. Há prazeres superiores e prazeres inferiores., Prazeres superiores são... - Os prazeres intelectuais: o prazer de pensar, ler, ouvir música, debater, etc., Prazeres inferiores são... - os prazeres corporais: o prazer de comer, beber , sexo, etc., Os prazeres corporais são mais fáceis de obter e mais intensos do que os prazeres intelectuais apesar de... - os prazeres intelectuais serem preferíveis devido à sua natureza ou qualidade, e portanto, proporcionam ao ser humano uma maior felicidade. , Hedonismo é... - qualitativo e não quantitativo., Não há deveres absolutos - Não há ações que sejam sempre erradas e que nunca devam ser realizadas, nem ações que sejam sempre corretas e devem sempre ser realizadas., Os fins justificam os meios - Se roubar comida, quando não há nehuma alternativa, permitir salvar a vida de alguém, então é correto roubar., Princípios subordinados - Em muitas situações, não há tempo para o agente refletir acerca da ação que quer realizar de modo a perceber, através da aplicação do princípio da utilidade, se esta maximiza ou não a felicidade geral., A experiência acumulada e transmitida de geração em geração ensina-nos... - quaias as ações que promovem a felicidade. Com essa experiência criaram- se regras morais e sensatas., As regras como "Não se deve matar", "Não se deve mentir" geralmente... - maximizam a felicidade e, portanto, devem ser seguidas., Estas regras chamam-se... - Princípios subordinados, A felicidade é o bem último pois é a... - finalidade última das ações e tem valor intrínseco: desejamo-la por si mesma, enquanto as outras coisas são desejadas como meios para alcançar., Objeções ao utilitarismo - Dificuldades de cálculo; violação de direitos individuais; excesso de exigência, Dificuldades de cálculo - podemos enganar-nos a calcular as consequências e considerar benéficas ações que afinal são prejudiciais., Violação de direitos individuais - o utilitarismo parece justificar ações que intuitivamente consideremos erradas, pois desrespeitam os direitos de algumas pessoas, mesmo que maximizem a felicidade., Excesso de exigência - impor ao agente que seja imparcial na consideração da sua felicidade e da felicidade das outras pessoas é errado e impossível de cumprir.,

Stuart Mill e o utilitarismo

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