1) Fratura bilateral do arco posterior de C2. a) Fratura do carrasco b) Fratura em gota de lágrima  c) Fratura de Clay Shoveler d) Luxação facetária e) Fratura de Chance f) Fratura aguda de pars interarticular  2) Avulsão de segmento pequeno triangular, geralmente na parte inferior do corpo vertebral. a) Fratura de Chance b) Fratura de Clay Shoveler c) Fratura do carrasco d) Fratura em gota de lágrima  e) Fratura aguda de pars interarticular  f) Fratura de Áxis 3) Fratura na qual cargas axiais produzem fratura cominutiva e expandida. a) Fratura do carrasco b) Fratura aguda de pars interarticular  c) Fratura em gota de lágrima d) Fratura de Chance e) Fratura de Clay Shoveler f) Fratura por compressão  4) Fratura na qual um deslocamento maior de 3mm pode gerar instabilidade e compressão de medula. a) Fratura por compressão b) Fratura do carrasco c) Fratura de Chance d) Fratura aguda de pars interarticular  e) Fratura de Clay Shoveler f) Fratura em gota 5) Fratura muito comum em C2 causada por hiperflexão e hiperextensão. a) Fratura de Chance b) Fratura de Clay Shoveler c) Fratura em gota d) Fratura aguda de pars interarticular 6) Fratura em gota a) Comum em C2 b) Maioria das avulsões ocorre na parte superior do corpo vertebral c) Lesão de hiperflexão e hiperextensão d) Não promove instabilidade e) Ocorre deficiência neurológica em 90% dos casos f) Avulsão segmentar pequeno triangular 7) Fratura por explosão a) 50% ocorre em L1 b) Avulsão oblíqua c) Presença de carga axial d) Produz déficit neurológico e) Necessário fazer angiografia f) Avulsão segmentar pequeno triangular 8) Fratura de Clay Shoveler a) Avulsão segmentar pequeno triangular b) Avulsão oblíqua do processo espinhoso c) Sinal duplo-espinhoso d) Visualização em RX transoral e) Espinha bífida f) Fraturas comcomitantes 9) Fratura por explosão a) Produz fratura cominutiva b) Avulsão segmentar pequeno triangular c) Fratura por compressão d) Duplo espinhoso em AP e) Promovem espondilolistese 10) Luxação facetária a) Lesão por flexão, hiperflexão e rotação b) "Vértebra vazia" c) Frequentemente em L1 e L2 d) Pode ser unilateral ou bilateral e) Lesão violenta f) Lesões associadas: tecidos moles nas vísceras abdominais e pélvicas e lesão renal 11) Fratura de Chance a) Fratura transversa das vértebras torácicas e lombares b) Hiperextensão cervical c) Anteriorização d) Promove instabilidade e) Fratura do espinhoso ao corpo vertebral f) C6-T1 12) Luxação facetária bilateral a) Espaço discal reduzido b) Sintomas radiculares c) Duplo-espinhoso d) Dano medular e) Flexão e rotação f) Hiperflexão 13) Fratura aguda de pars interarticulares a) Geralmente em L5 b) Comum c) Lesões violentas d) Bilaterais e) Incomum f) Promovem espondilolistese 14) Fratura de costela a) Mais comum em 6º, 7º e 8º níveis. b) Incomum c) Lesões associadas: tecidos moles nas vísceras abdominais e pélvicas e lesão renal d) Lesão por flexão, hiperflexão e rotação e) Acidentes com veículos motorizados são comum em adultos f) Pode gerar pneumotórax ou hemotórax 15) Fratura de Atlas a) Rara b) Raro comprometimento neurológico c) Comum d) Efeito chicote e) Impactos sobre a cabeça f) Hiperextensão cervical

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