1) A recuperação antigénica pode ser realizada usando tampão citrato em banho maria a 37ºC. a) b) 2) A modificação da estrutura proteica induzida pelo formol é uma ação reversível realizada pela recuperação antigénica. a) b) 3) O passo final da técnica de IHQ é a desidratação e a diafanização em formol. a) b) 4) A recuperação antigénica faz-se utilizando-se soluções tampão, conforme as condições padronizadas para cada anticorpo. a) b) 5) A inibição da peroxidase endógena permite a deteção da peroxidase presente no tecido. a) b) 6) Com a recuperação antigénica apenas uma pequena percentagem de antigénios é detetada. a) b) 7) A inibição da peroxidase endógena dá-se pela ação do calor. a) b) 8) É impossível realizar técnicas de IHQ em tecidos previamente descalcificados. a) b) 9) A técnica de IHQ começa sempre pela desparafinação em xilol e série crescente de álcoois. a) b) 10) A marcação da reação antigénio-anticorpo pode ser nuclear, membranar e citoplasmática. a) b) 11) A recuperação antigénica efetua-se pela ação enzimática e pelo calor. a) b) 12) A recuperação tem como objetivo recuperar os epítopos da estrutura terciária das proteínas. a) b) 13) A IHQ realiza-se em cortes de congelação e em cortes de parafina. a) b) 14) Na recuperação antigénica usa-se tampão citrato a pH6.0 a) b) 15) A imunocitoquímica realiza-se em cortes de congelação. a) b) 16) A fixação com o formol cria pontes de metileno para melhor detetar o antigénio. a) b) 17) As lâminas usadas em IHQ são iguais às da restante rotina. a) b) 18) A subfixação ou sobrefixação não tem consequências na deteção do antigénio. a) b) 19) Os cortes de congelação têm maior preservação dos antigénios que os corte de parafina. a) b) 20) Pode-se efetuar a recuperação antigénica usando água destilada na estufa a 72ºC. a) b)

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