1) Almeida Garrett é um dos escritores de maior vulto a) do Renascimento em Itália. b) do Romantismo em Portugal. c) do Barroco em Portugal. 2) Na Memória ao Conservatório Real, o autor classifica a peça Frei Luís de Sousa como a) um drama realista. b) um drama pela forma e uma tragédia pela índole. c) um drama pela índole e uma tragédia pela forma. 3) A peça Frei Luís de Sousa baseia-se em acontecimentos marcantes do grande historiador e prosador seiscentista a) Almeida Garrett. b) Frei Jorge. c) Manuel de Sousa Coutinho. 4) O ato I desenrola-se a) no palácio de Manuel de Sousa Coutinho. b) na «parte baixa» do palácio de D. João de Portugal. c) no palácio de D. João de Portugal. 5) D. Madalena de Vilhena revela-se a) visionária, sebastianista e patriota. b) racional, metódica e assertiva. c) supersticiosa, vulnerável e sentimentalista. 6) D. Maria de Noronha é a) infantil e sebastianista. b) frágil, curiosa e perspicaz. c) inculta, conversadora e sonhadora. 7) Manuel de Sousa Coutinho mostra-se a) patriota, corajoso e racional. b) indeciso, sonhador e temeroso. c) incapaz, inculto e alheado. 8) O monólogo reflexivo de D. Madalena é motivado pela leitura de dois versos do seguinte episódio de Os Lusíadas: a) «Ilha dos Amores». b) «Inês de Castro». c) «Despedidas em Belém». 9) Na frase «Oh! que amor, que felicidade… que desgraça a minha!» está presente uma a) | metáfora. b) hipérbole. c) antítese. 10) Quem traz a notícia da intenção dos governadores espanhóis se instalarem no palácio do seu irmão é a) Frei Jorge. b) Telmo Pais. c) Miranda. 11) D. Madalena vive em constante sobressalto, perseguida pelo remorso de a) nunca ter procurado por D. João de Portugal depois do seu desaparecimento na Batalha de Alcácer Quibir. b) ter tido uma filha com Manuel de Sousa Coutinho. c) ter começado a amar Manuel de Sousa Coutinho sem ter a certeza da morte do seu primeiro marido. 12) Telmo procura alimentar a crença no sebastianismo em Maria, a) cativando a jovem adolescente que acredita no regresso de D. Sebastião. b) mas a figura do rei desaparecido não exerce fascínio sobre a jovem adolescente. c) portanto, ela aceita a vinda dos governadores que se hospedarão no palácio de seu pai. 13) As Cenas XIV e XV do Ato II, em que o Romeiro informa D. Madalena que o seu primeiro marido se encontra vivo, pertencem a) à Exposição. b) ao Conflito. c) ao Desenlace. 14) A didascália em que se descreve o palácio de Manuel de Sousa Coutinho sugere... a) a infelicidade e a inibição de movimentos das personagens. b) a felicidade e a liberdade de movimentos das personagens. c) a tragédia da família, destacando-se a luminosidade do espaço. 15) A didascália em que de descreve o palácio de D. João de Portugal sugere a) a tristeza, melancolia e restrição dos movimentos das personagens. b) a alegria refletida nos gestos de alívio das personagens. c) o enfado por não conseguirem ter escapado aos governadores. 16) A didascália em que se descreve a igreja de S. Paulo dos Domínicos sugere a) a penumbra própria daquele espaço amplo e calmo. b) a abertura ao exterior e possível salvação da família. c) o confinamento a um espaço fechado, escuro, que indicia morte. 17) No Ato III, Cena XI, Maria desafia as normas dominantes ao pedir aos pais a) que a salvem, fugindo todos para longe de Portugal. b) que mintam acerca da sua condição de filha ilegítima. c) que aceitem a sua condição de filha ilegítima e a assumam socialmente. 18) Nesta Cena XI, do Ato III, para Maria, o valor da família é a) inferior aos valores sociais e religiosos. b) superior aos valores sociais e religiosos. c) igual aos valores sociais e religiosos. 19) Ainda nesta Cena XI, Ato III, ao usar a expressão «esse homem do outro mundo», Maria refere-se a) a D. Sebastião. b) ao Romeiro. c) a Telmo Pais. 20) Apesar de o tempo da escrita de Frei Luís de Sousa ser o século XVIII, a) o tempo da ação localiza-se no século XIV. b) o tempo da ação localiza-se no século XV. c) o tempo da ação localiza-se no século XVI.

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