1) "A educação formal direcionada as populações indígenas foi marcada pela imposição cultural, pela catequese forçada e pelo apagamento de suas identidades originárias" (Santos, et al. 2025, p. 23042). 2) "A escola foi, historicamente, utilizada como ferramenta de expropriação simbólica, negando as epistemologias ancestrais e relegando os saberes indígenas à marginalidade (Santos, et. al, 2025, p. 23042). 3) " A estrutura escolar brasileira, ainda hoje, opera sob uma lógica da monocultura curricular que silencia as vozes originárias". 4) "Segundo Mundukuru (2005, p. 67) "a escola nas aldeias ainda carregam os vícios das escolas dos brancos: livros didáticos padronizados, ausência de escuta, tempo rígido e pouca valorização dos velhos mestres". 5) Walsh (2013, p. 141) salienta que "a escola, ao ignorar as cosmovisões indígenas, reforça a ideia de que só existe um modo legítimo de conhecer e ensinar". 6) Mundukuru (2009, p. 82) afirma que "a epistemologia indígena é construída na relação com a terra, com os espíritos, com os ciclos da vida. Smith observa "o curriculo hegemônico, ao impor padrões de avaliação e conteúdos eurocentrados, nega aos povos indígenas a possibilidade de ensinar a partir de suas próprias lógicas" (2019, p. 66). 7) Simpson afirma" o saber indígena não é folclore, é ciência da vida, é filosofia do pertencimento e precisa ser tratado como tal" (2017, p. 108) 8) Walsh (2010, p. 21) afirma " a colonialidade do saber funciona como um projeto de inferiorização epistêmica, onde os conhecimentos dos povos indígenas são constantemente deslocados, invisibilizados e deslegitimados". 9) "A lógica da escola ocidental, porém, tende a desconectar o processo de aprendizagem da terra, impondo uma separação entre natureza e cultura que é estranha as cosmologias indígenas" (Santos, et. al, 2025, p. 23054).

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